Academia Alta Energia Fit – São Bento

Academia Alta Energia Fit – São Bento

R. Michel Jeha, 100 – São Bento, Belo Horizonte – MG, 30350-330, Brasil

Fone: (31) 3344-5881

Sobre a academia

Venha, conheça e descubra o que a família ALTA ENERGIA ACADEMIA FIT tem a oferecer para você

Horário de funcionamento

  • Segunda a Sexta 06:00 às 23:00
  • Sábado 08:00 às 17:00
  • Domingo 09:00 às 13:00
Atividades: Musculação, Ginásticas, Spinning, Natação Adulto, Hidroginástica, Natação Infantil.

Repetição completa vs repetição parcial

É comum observarmos muitas pessoas realizando repetições parciais na academia, algo como um meio supino, ao mesmo tempo vemos outros realizando o supino completo e “descansando” 1 seg com os braços estendidos. Afinal qual dos dois é mais produtivo? Existe momento para ambas metodologias?

gym group with weight lifting workout body pump

A ciência nos mostra que repetições completas são mais eficientes pois vão aumentar a força na totalidade do movimento, além de recrutar mais fibras e mais musculaturas. Mas porquê então utilizar repetições parciais?

Parciais

As repetições parciais muito provavelmente sugiram a partir de uma tentativa de focar em uma parte deficiente do movimento, por exemplo, uma maior dificuldade em estender totalmente os braço no supino levou os powerlifters a realizar somente o final do movimento, usando “boards”(maneiras entre o corpo e a barra) para conseguir mimificar melhor essa parte do movimento.

Consequentemente com esse tipo de estímulo o motor principal daquela parte do movimento acaba recebendo mais estímulo, no caso o responsável por estender os cotovelos é o tríceps, tornando então o movimento supino um maior estimulador do tríceps do que do peitoral e dos ombros.

Parciais e hipertrofia

Como podemos observarmos academias existem 2 pontos de vista, os alunos que realizam os exercícios pela metade para conseguir trabalhar com uma maior carga, e os alunos que trabalham com uma menor amplitude para tentar focar em uma musculatura específica.

Para focar em uma musculatura é necessário entender o que ela faz e como melhor aproveitar aquele movimento especificamente para ela. Por exemplo no supino para focar no peitoral o ideal seria trablalhar no primeiro 1/3 do movimento(proporcionando um maior alongamento dessa musculatura), já em um crossover, poderíamos dizer que o ideal seria trabalhar no 1/2 final(considerando o final a parte onde as mãos se tocam, proporcionando um maior encurtamento dessa musculatura).

Musculatura e toda sua amplitude

A grande verdade é que mesmo o movimento completo, não estimula sua musculatura durante toda a sua capacidade, ou seja, não vai do ponto de maior alongamento até o ponto de maior contração. Para isso seria necessário no mínimo 2-3 movimentos.

Por exemplo, o bíceps só está realmente alongado durante uma rosca no banco inclinado, e só estaria realmente totalmente encurtado durante uma rosca no cabo alto.

Força e Hipertrofia

Um aspecto muitas vezes ignorado no processo de hipertrofia é a relação força e hipertrofia, é verdade que você não precisa desenvolver força para gerar hipertrofia, mas com certeza quanto maior a carga que você mexe maior será o estímulo. Ainda nesse ponto, se nos focarmos no tempo sobre tensão de uma musculatura, podemos observar que repetições parciais tem uma duração de execução menor(pois a barra tem que viajar menos do ponto inicial ao ponto final) dessa forma gerando um menor tempo sobre tensão(para o mesmo número de repetições e velocidade de execução).

Mas o ponto chave é que as repetições parciais vão lhe ajudar a desenvolver força naquela etapa do movimento específico, onde caso você tenha que desempenhar o movimento como um todo em uma outra etapa, as cargas irão sofrer muitos, pois da mesma força que nos exercícios isométricos, a força tende a ter uma transferência específica para amplitude treinada(15 graus a mais e a menos).

Repetição completa vs repetição parcial.
Exemplo de combinação de ambos:

Peito, ombro e tríceps

Supino reto com halteres completo

Supino inclinado parcial

Crossover parcial

Desenvolvimento completo

Desenvolvimento halteres parcial

Elevação lateral completa

Tríceps testa completo

Paralelas parcial

Costas e bíceps

Puxada completa

Barra fixa parcial(parte inicial e não final)

Remada serrote completa

Remada aberta parcial(parte final)

Pulldown parcial (parte final)

Rosca direta parcial

Rosca banco inclinado parcial

Rosca double bíceps parcial

Perna

Agachamento completo

Afundo completo

Stiff parcial(parte inicial)

Mesa flexora parcial(parte final)

Cad. extensora completa

Panturrilha no leg press completa

Solução?

É importante entender que o treinamento tem que ser feito em etapas, em uma etapa X você realizar movimento completos, no outro movimentos parciais e quem sabe em um terceiro momento a combinação de ambos. Sempre levando em consideração os efeitos dessa técnica a longo prazo na sua evolução.

Abraços e Bons Treinos nas academias!

 

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Bíceps e tríceps

Diferenças no treino de Bíceps e tríceps.

Muscular man working out in gym doing exercises with dumbbells at biceps, strong male naked torso abs
Muscular man working out in gym doing exercises at triceps, strong male naked torso abs

Quando falamos de treinamento de bíceps e tríceps 99.9% do público homem presta atenção, vamos procurar entender se você deve treinar eles de maneira igual ou não, se é necessário ajustes no seu treinamento, dependendo da sua divisão ou frequência de treinamento.

Antes de começarmos acho importante acabarmos com o mito de músculo grande e músculo pequeno, apenas vamos ressaltar que o seu tríceps é maior que o seu peitoral.

Pensando em treinamento físico normalmente consideramos uma divisão de treinamento onde os músculos que fazem o mesmo movimento são treinados juntos (sinergistas ex: costas e bíceps) pois isso tornaria o treinamento mais produtivo e geraria mais estimulo e daria mais tempo de descanso. Mas iremos abordar outras 2 formas de treinar as musculaturas do braço: não sinergistas (ex: peito e bíceps) e também em um dia isolado (tríceps e bíceps).

Antes de partirmos para a receita de bolo, vamos considerar dois fatores:

-Bíceps e tríceps são musculaturas opostas na mesma articulação, por isso gerar desequilíbrios de força e flexibilidade neles vai gerar um problema articular no cotovelo.

-Eles não recebem a mesma quantidade de estimulo durante os treinamentos, vamos ver dois exemplos;

Supino reto ativa muito o tríceps e muito pouco o bíceps(quase nada)

Puxada aberta ativa muito o bíceps mas também ativa muito o tríceps

Com isso podemos compreender que o tríceps sofre mais estímulo indireto que o bíceps, mas ele é maior e necessita também de mais estímulo, por tanto se devemos ou não treinar um diferente do outro (mais exercícios, ou mais séries, ou mais repetições, ou mais intensidade) vai depender da sua individualidade e do progresso dessas musculaturas (se uma musculatura responde melhor que outra).

Sinergistas vs não-sinergistas

Isso tudo nos leva a uma análise mais profunda da seleção dos exercícios, se você utiliza muitos exercícios multiarticulares a tendência é que você não precise de tantos movimentos isolados (se você treina de maneira sinergista), já se você treina de maneira não sinergista o tríceps já recebe muito estimulo por isso a tendência é que tenhamos mais exercícios isolados para o bíceps do que para o tríceps.

Dia de braço

O dia de braço é muito comum em atletas avançado, e antes de mais nada quero ressaltar o avançado, pois é comum ver alunos iniciantes dedicando um treinamento inteiro a essas duas musculaturas sendo que teriam mais benefícios estimulando musculaturas maiores e uma ação hormonal mais poderosa.

Para aquele que possuem massa muscular e experiência suficiente, acredito que é necessário principalmente tomar cuidado com o volume do treinamento de peitoral e costas, para minimizar o excesso de movimento da articulação do cotovelo(o que levaria a uma tendinite) e do volume total e escolha dos exercícios para o dia isolado.

Como teríamos muito tempo e uma seleção de exercícios adequadas para trabalhar todas as questão sugiro que procuremos trabalhar de forma variada e abrangendo todas as possibilidades de exercícios, incluindo exercícios com todas as pegadas(neutra, supinada e pronada) e em exercícios que trabalhem diferentes braços de alavanca(com o cotovelo ao lado do corpo, com o cotovelo para trás do corpo e com o cotovelo acima do ombro), para trabalhar diferentes características de encurtamento e alongamento das musculaturas. Uma sugestão simples é a utilização de bi-sets, alternando entre 1 série de movimentos para bíceps e 1 para tríceps, o que irá tornar seu treinamento mais denso e produtivo, já que quando uma musculatura (ex:bíceps) está fadiga o seu oposto (ex:tríceps) consegue mover uma maior carga.

Abraços e Bons Treinos na academia!

 

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Peloton é a startup dos equipamentos de academia inteligentes

Com a ideia de estimular exercícios dentro de casa, a marca americana vende esteiras e bicicletas com telas que exibem treinamentos ao vivo com instrutores

A Peloton, uma startup de fitness em casa, pode parecer uma modinha como qualquer outra no mundo das marcas de tecnologia e estilo de vida que vende a ideia duvidosa de inovação a preços milionários.

Seu primeiro produto, uma bicicleta de spinning de aço escovado conectada à internet e equipada com uma tela de 56 centímetros, custa US$2 mil, e você ainda tem que pagar US$39 por mês pelo conteúdo a que vai assistir.

O próximo ato extravagante da Peloton tem um preço ainda mais alto: no International CES Show em Las Vegas, em janeiro, a empresa exibiu sua esteira.

Chamada Peloton Tread, levou quase dois anos para ser desenvolvida e começará a ser vendida no segundo semestre.

Seu design utiliza materiais exóticos, som surround, um piso que desliza suavemente sob seus pés e uma tela de 81 centímetros.

O preço: 3.995 dólares, valor principesco se comparado às mais simples, que podem custar cerca de 500 dólares.

Qualquer empresa que queira vender uma esteira de 4.000 dólares obviamente está de olho em uma clientela de alto nível. Mas antes que o desgosto proletário o faça ignorá-la, há algo mais profundo que vale a pena ser analisado sobre a Peloton, seu fã-clube de fanáticos e o que seu caminho incomum para o sucesso pode prever para o futuro do mercado de aparelhos.

Em uma indústria dominada por aplicativos de smartphone, serviços em nuvem e imitações baratas, as empresas de hardware trabalharam duro para poder crescer.

A Peloton disse ter alcançado quase 400 milhões de dólares em vendas no ano passado, sendo que, em 2016, esse valor foi de aproximadamente 170 milhões de dólares, e afirmou que pode se tornar rentável este ano. Conseguiu esse feito com uma percepção poderosa: o aparelho não é tão importante quanto o serviço.

A Peloton não vende apenas um simples hardware. Em vez disso, gastou dezenas de milhões de dólares para criar uma experiência convidativa, completa, com celebridades como embaixadoras da marca e espaço em lojas sofisticadas.

No núcleo do negócio existe um serviço on-line sedutor: sente-se na bicicleta, ligue a tela e conecte-se instantaneamente com aulas ao vivo, adaptadas às suas preferências e habilidades atléticas. É como ter um personal trainer que vem à sua casa quando você quiser.

“Criamos uma experiência que as pessoas adoram”, disse John Foley, um dos fundadores e executivo-chefe da Peloton.

Com sua esteira, a empresa deseja abocanhar o filé mignon da indústria mundial de fitness. O caminho é difícil; muitas startups de hardware começaram a enfrentar problemas ao tentar transformar o sucesso inicial em permanência no mercado.

A Peloton – que arrecadou quase 450 milhões de dólares de vários investidores, incluindo a Wellington Management and Fidelity, com uma avaliação de 1,25 bilhão de dólares – certamente enfrenta dificuldades em vender sua esteira.

A ideia é a venda em prestações, com um valor mensal de 149 dólares, que a coloca no mesmo nível de uma academia sofisticada, mas mesmo assim, ainda caro para muitas pessoas.

A esteira também é maior e mais barulhenta que a bicicleta, o que pode fazer com que seja pouco interessante para quem mora em apartamento.

John Foley, à esquerda, presidente da Peloton e Robin Arzon, vice-presidente de programação de fitness da empresa e instrutora-chefe, na sede da empresa, em Nova York (Jeenah Moon / The New York Times)

E o marketing pode ser complicado. A empresa diz que a esteira é mais adequada para um trabalho corporal completo, no estilo de campos de treinamento, não tanto quanto o de uma academia. Ou seja, não é só para correr – ideia difícil de vender em se tratando desse tipo de equipamento.

Porém, pense em como a Peloton revolucionou a bicicleta de spinning. As pessoas tentam reinventar máquinas de fitness em casa há muito tempo, mas, desde a NordicTrack até a Bowflex, a maioria desses dispositivos comete o mesmo erro fatal: a novidade passa, a culpa cresce, e logo só o que sobra é uma pilha de roupas caras para lavar.

A Peloton resolve o problema da novidade da mesma forma que o Netflix: criando uma programação imperdível. Suas aulas, que são transmitidas de um estúdio em Manhattan, recriam fielmente a atmosfera de uma sessão descolada de spinning. A experiência é comunitária e interativa, pois enquanto pedala, pode se comparar aos outros participantes.

Porém, ao mesmo tempo, também é mais íntima e personalizada. A empresa produz mais de uma dúzia de aulas todos os dias com durações variadas, feitas sob medida para cada estilo de treino.

Os instrutores são filmados em close, e muitas vezes gritam o nome e falam sobre o desempenho de quem pedala em casa, como um incentivo direto. A ligação entre o instrutor e o usuário é tão profunda que os primeiros se tornaram o tipo de celebridade de redes sociais que são assediadas na rua.

“Quando a endorfina está bombando e você entra na casa das pessoas de três a sete vezes por semana, há uma familiaridade real que vai crescendo – e então, sim, é interessante quando as pessoas me param no supermercado para cumprimentar”, afirma Robin Arzon, vice-presidente de programação de fitness e instrutor chefe da Peloton.

Se isso parece ser exagero, você está certo: o culto à Peloton existe de fato.

Aquela amiga chata que não para de falar que virou adepta do SoulCycle? Os fãs da Peloton são assim, só que mais insistentes, porque também falam sobre sua conveniência – dá para fazer a qualquer momento, sem reserva prévia, sem ter que sair de casa, com a roupa que quiser.

Também gostam de mencionar que economizam: se você fizer as aulas três vezes por semana durante um ano, vai pagar cerca de US$16 cada uma no primeiro ano, mais barato do que as aulas em muitas academias.

“Mais de 95 por cento das bicicletas que já vendemos ainda estão pagando as assinaturas”, disse Foley.

E eis aqui uma confissão: eu sou um deles. Depois de ouvir três pessoas diferentes na indústria de tecnologia elogiando a bicicleta no ano passado, pedi que a Peloton me enviasse uma para uma matéria e para descobrir por que tanto sucesso.

Após três semanas, não conseguia parar. Liguei para a empresa e forneci meu número de cartão de crédito. E desde então, tenho me dedicado assiduamente.

O único problema com a bicicleta de spinning é que ela não oferece um treinamento completo. Essa modalidade é, por natureza, um exercício aeróbico para a parte inferior do corpo, mas há um público muito maior de pessoas que querem um treino de corpo inteiro que combine musculação e aeróbica.

É essa a ideia por trás da esteira.

“Achamos que só metade do treino será na esteira. Você vai começar com um pouco de corrida leve, talvez umas mais rápidas, daí sai para fazer flexões, pranchas, agachamentos. Então volta para o aparelho e recomeça o ciclo. Quando terminar, 40 minutos terão se passado, 700 calorias foram queimadas e todo seu corpo vai se sentir energizado”, disse Foley.

 

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