Enxugar a barriga não é só questão de poder tirar a camiseta ou vestir sunga

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Se você está lendo esta reportagem, certamente está com excesso de gostosura, como dizem. Enxugar a barriga não é só questão de poder tirar a camiseta ou vestir sunga.
Como consolo, saiba que você não está sozinho: uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica revelou que mais da metade da população brasileira (51%) está acima do peso e, desse percentual, 66% têm entre 18 e 25 anos. A pesquisa trouxe informações curiosas sobre os hábitos alimentares nacionais. Em média, os brasileiros fazem apenas três refeições e meia por dia (quando o recomendado pelos especialistas em nutrição são cinco ou seis, fracionadas ao longo do dia) e, conseqüentemente, tendem a se empanturrar à mesa. Consciente dos maus hábitos, quase a metade reconhece que sua alimentação não é saudável. Além disso, 33% se declaram insatisfeitos com seu peso, que traz a eles uma série de transtornos: chacotas, preconceito, dificuldade para comprar roupas, subir escadas e amarrar os sapatos.

E você?
Também está nessa?

Não se engane: enxugar a barriga não é só questão de poder tirar a camiseta ou vestir sunga, mas de continuar vivo. Esse volume abdominal indecente não é nada inocente. “Nas células de gordura, concentram-se substâncias inflamatórias causadoras de problemas cardíacos. E várias outras doenças perigosas estão associadas ao excesso de peso, como diabetes e artrose”, alerta Luiz Vicente Berti, presidente da SBCBM.

Entre os vilões desse estado de coisas estão os alimentos industrializados e as gorduras. “Além de calóricos, pães brancos, bolos e biscoitos são ricos em carboidratos refinados, que contribuem para o ganho de peso”, diz o endocrinologista Filippo Pedrinola, da Associação Brasileira de Estudos sobre a Obesidade. Esses produtos são feitos com trigo cujas fibras foram retiradas na refinação; são rapidamente absorvidos pelo organismo e elevam a taxa de glicose no sangue. Para queimar esse açúcar e armazenálo, o pâncreas produz um pico de insulina e a taxa de glicose cai. Resultado? Gordura estocada e fome em tempo recorde. “Prefira pães e massas integrais, de absorção lenta por causa das fibras”, aconselha a endocrinologista especialista em obesidade Alessandra Rascovski, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
As gorduras são suas outras inimigas. “Modere o consumo da saturada, presente na carne vermelha, nos ovos e no leite, e fuja da trans, encontrada em biscoitos, bolos e sorvetes”, avisa a engenheira de alimentos
Ana Rauen, do Instituto de Tecnologia de Alimentos. “Ambas elevam o colesterol ruim (LDL) e a trans ainda reduz o colesterol bom (HDL).”

Estresse e sedentarismo também têm culpa pela epidemia de clones de Faustão pelo Brasil afora. “O estresse ativa a produção de hormônios como o cortisol, que estimula o corpo a armazenar gordura. Já 80% da população adulta não pratica atividade física”, lamenta o médico Filippo Pedrinola. De novo a pergunta: você faz parte da estatística? Então saia fora. Para mudar seu corpo, aposte em duas frentes: dieta e exercícios. Nos links abaixo, damos toda a letra para você comer e malhar sem sofrimento.

Quando chegar ao peso ideal, espere seu cérebro entender seu novo tamanho. Não adianta se privar dos alimentos que gosta, perder 8 quilos em um mês e abusar novamente. “O cérebro leva tempo até entender que seu novo peso é o ideal. A tendência é recuperar o que se perdeu”, avisa a endocrinologista Alessandra Rascovski. A dica da médica é considerar um período de risco de recaída de um mês para cada quilo perdido. Exemplo: “Se você emagreceu 8 quilos, tome cuidado durante os próximos oito meses para não voltar à estaca zero.”

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